sábado, 4 de abril de 2015

Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria. Aleluia!


Querida Lafs!!!

Nosso coração hoje irrompe de alegria porque o Senhor Ressuscitou. Nesse clima de festa e gratidão, nos reunimos espiritualmente no Santuário para celebrar a Vitória Pascal de Cristo. Ele venceu a morte e o pecado, Ele é a certeza da nossa salvação. Aleluia!

Este é um momento propício para também vivenciarmos nossa Aliança de Amor, porque ela está inserida na Nova e Eterna Aliança selada por Cristo no alto da Cruz.  As palavras do Papa, ditas por ocasião da JMJ no Brasil em 2013, nos inspiram a olhar para o dia de hoje como um grande dia de vitória

“Confiemos em Jesus, confiemos n’Ele. Porque Ele nunca desaponta ninguém. Só em Cristo morto e ressuscitado encontramos a salvação e redenção. Com Ele, o mal, o sofrimento e morte não têm a última palavra, porque Ele nos dá esperança e vida: fez com que a cruz deixasse de ser um instrumento de ódio, e de derrota, e de morte, e se tornasse um sinal de amor, de vitória de triunfo e de vida.” (Papa Franscico – RJ, 26/07/2013)

As palavras do Papa se aplicam a Maria, pois foi quem melhor confiou em Cristo em todo o seu caminho de dor, testemunhando também sua vitória. Pela sua profunda união com o Filho no plano da Redenção, não se tornou apenas a consorte e auxiliar permanente de Cristo, mas nos foi dada por Mãe no alto da cruz: “Ecce Mater Tua!” “Eis ai tua Mãe! Deste modo, a ressurreição de Cristo nos trouxe duplo presente:  a vida eterna e uma Mãe para nos acompanhar.

Queira hoje ser o dia mais feliz para todas nós Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt, porque reconhecemos as graças que jorram do Santuário a partir da Ressurreição de Cristo.

Unidas aos coros celestiais e à toda a Igreja elevamos nossa voz em um hino de júbilo:

V.: Rainha do céu, alegrai-vos! Aleluia!
R.: Porque quem merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
V. :Ressuscitou como disse! Aleluia!
R.: Rogai a Deus por nós! Aleluia!
V.: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria! Aleluia!
R.: Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente! Aleluia.

Desejo a todas uma feliz e santa Páscoa do Senhor. Que as palavras de nosso Pai e Fundador, hoje, na primeira Páscoa do novo século de nossa missão, ecoem em nossos ouvidos: “Com Maria cheios de alegre esperança, certos da vitória rumo ao tempo novíssimo”.

 Com alegria e gratidão, Ir. M. Jacinta Donati

quarta-feira, 25 de março de 2015

A ANUNCIAÇÃO – O ‘Ave’ no ouvido


O sim crente e obediente de Maria. O sim de Maria na hora da Anunciação foi decisivo na história da salvação. Foi um profundo ato de fé. Neste momento, foram reveladas à Mãe de Deus grandes verdades da fé cristã: As palavras do anjo Gabriel anunciaram pela primeira vez no Novo Testamento a verdade sobre a Santíssima Trindade – que Deus, sendo um só – é Pai, Filho e Espírito Santo. O anjo disse a Maria: “Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo (...) O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1,30-32.35).

         Anunciação: aurora da Nova Aliança. O acontecimento da Anunciação do Senhor tem um lugar fundamental na história da aliança entre Deus e a humanidade. Criado para viver em aliança com Deus, o ser humano rompeu a relação com o pecado.

O momento da Anunciação é a aurora da Nova Aliança, o momento esperado por muitas gerações. Na Anunciação, Nazaré se torna o novo Monte Sinai. Não mais a assembleia do povo responde, mas uma só pessoa – Maria - como a representante de todo o povo da Nova Aliança. Por isso, o sim de Maria é o começo de um novo tempo.

Maria, instrumento vivo de Deus na ‘história da aliança’. Com o anúncio do anjo, Maria toma consciência da missão que Deus lhe confiou: o Todo-poderoso a convida a aceitar livre e fielmente a vocação de ser a Mãe do Salvador.
O acontecimento da Anunciação coloca Maria no centro da história da aliança, onde lhe é pedida sua colaboração livre e incondicional. Deus, que é Onipotente, é fiel a si mesmo e não quer salvar o mundo sem a cooperação humana. Por isso, o ingresso do Deus encarnado no mundo inteiro é precedido da livre cooperação de Maria. Sua resposta pronta e generosa faz dela instrumento vivo de Deus na obra da Salvação.

No Santuário de Schoenstatt a Mãe Três Vezes Admirável nos educa a dizer ‘Fiat’ (Faça-se). A Mãe de Deus continua sua ação em nosso mundo como cooperadora na obra de seu divino Filho. Nós cremos que ela realiza a sua missão hoje, também, pelos Santuários de Schoenstatt, onde pela Aliança de Amor educa seus filhos a, com e como ela, dizerem sempre sim aos desejos e à vontade do Pai.

Uma das graças específicas do Santuário é a da transformação interior. Maria, como boa Mãe, é educadora e não descansa até que todos os filhos confiados a ela recebam os traços de seu divino Filho Jesus Cristo. E quem foi mais parecida com Jesus do que sua própria Mãe? Por isso, a Aliança de Amor com a Mãe Três Vezes Admirável visa a fazer de cada um que estende as mãos a ela, pequenos reflexos de Maria.

“O ‘Ave’ no ouvido (Lc 1,26-38). De onde vem ‘Ave”? Do próprio Deus! Quem envia a saudação a Maria? O Deus eterno, a Santíssima Trindade, através de um mensageiro.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Presente de Deus e da Mãe pelo dia Internacional da Mulher: Brasil / Paraguai



Às vésperas do jubileu dos 80 anos Schoenstatt-Brasil, a Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt do Regional Paraná recebeu a visita de 17 paraguaias no Santuário Tabor Fundamento de Schoenstatt no Brasil, nos dias 07 e 08 de março.

Além da 17 jovens do Ramo das Profissionais como são chamadas no Paraguai, recebemos também 23 liguistas das cidades de Jacarezinho, Cornélio Procópio, Londrina e Curitiba para um Encontro de Formação e Convivência.

No dia 07 elas chegaram  Escola Estadual Imaculada Conceição pela manhã, onde ficaram alojadas e logo após o café seguiram em peregrinação aos locais históricos:
- Colégio Cristo Rei, onde as 12 irmãs pioneiras chegaram ao Brasil e também onde o Pe. José Kentenich visitou por 3 vezes.
- Catedral Diocesana de Jacarezinho.

Partimos em direção ao Santuário no qual tivemos a Santa Missa presidida pelo Pe. Carlos Shimura e logo após um delicioso almoço.

No período da tarde tivemos uma caminhada pelo terreno do Santuário com  uma explanação sobre o local e sua missão.

A troca de experiência do Ramo entre os dois países foi muito enriquecedora, culminando o dia com uma linda vivência com a Imaculada e um destaque especial do papel da mulher na sociedade atual.

No domingo, tivemos a Santa Missa de manhã e logo após o café nos despedimos das paraguaias que partiram em peregrinação aos Santuários de Cornélio Procópio e de Londrina. Ficaram até o almoço as liguistas do Paraná onde juntamente com a nossa assessora Ir. Jacinta comentamos sobre a vida do regional,  o Programa do Ano e o Encontro inter regional que ocorrerá em abril em Santa Maria.

Como propósito para o crescimento de nosso Ramo em unidade rezaremos  a Hora do Angelus diariamente.

Ieda Maria- LAFS de Jacarezinho- Paraná

sábado, 7 de março de 2015

08 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Mulheres, fracas, fortes, não importa... Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade são fortes o bastante para erguerem sempre a cabeça sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.

EM MARIA, DEUS RESTABELECE O IDEAL DO SER FEMININO

O modelo novo de mulher que há séculos ansiamos e hoje, mais do que nunca, buscamos tê-lo de maneira mais clássica na pessoa da Mãe de Deus, a nova Eva, e protótipo do ser feminino. Confrontamos a imagem: Eva – Maria!

EVA: a mulher criada á imagem e semelhança de Deus. Saiu das mãos do Criador, perfeita, plena da vida divina. Porém, por sua desobediência levou toda a humanidade ao pecado.

MARIA: a nova Mulher, a nova criatura, a primeira remida de história da salvação. É a cheia de graça, pura e íntegra, toda disponível e obediente ao pai. Por seu Fiat realiza-se a encarnação de Cristo e inicia-se a definitiva aliança de Deus com toda a humanidade.

Maria é, pois, a revelação plena de tudo o que encerra a palavra mulher, assim como estava no pensamento de Deus ao criar Eva. PE. Kentenich apresenta-nos a imagem da Mãe de Deus dizendo-nos: “A figura da imaculada brilha aos nossos olhos como a salvadora da dignidade feminina... Ela expressa o ideal da natureza íntegra”.

Maria foi isenta do pecado original e da ruptura da integridade, em seu corpo não se manifestaram as consequências do pecado. Ela não foi vitima de sentimentos menos puros, nem sofreu a revolta da vida instintiva contra a espiritual e divina. Se contemplarmos muitas vezes a imagem luminosa da Imaculada, obteremos clareza da ideia original de Deus a respeito de todo o homem. Ela acorda a profunda nostalgia que vive em nosso coração e muitas vezes não sabemos definir. Desperta o anseio intenso de possuirmos uma natureza humana intata, que não atrofiou o divino dentro de si. Na pessoa da Imaculada podemos descobrir nossa verdadeira imagem. Ela é o “novo principio” de toda a dignidade e vocação femininas para todas as mulheres e para cada uma de nós.

Para melhor compreendermos o ideal e a missão de mulher, como foi previsto no plano de Deus e nos é revelado pela ordem do ser, queremos conhecer mais profundamente Maria, a imagem perfeita da nova mulher.

Ela representa a “concepção original”, o modelo ideal que Deus teve ao criar a mulher do paraíso. “Quanto mais nos inclinamos ante a ‘bendita entre as mulheres’, tanto mais descobriremos o que Deus espera de nós, como mulher” (J. Kentenich).


Pe. Kentenich, ao falar sobre a dignidade feminina, gostava de fazê-lo partindo da imagem de uma árvore. Dizia ele que, o fundamental na árvore são as raízes. Se estas forem vigorosas e profundas, teremos uma árvore frondosa e belos frutos. O ideal de toda mulher é ser mãe, quer física, quer espiritualmente. Ela quer dedicar-se e doar-se. 

Esta capacidade de doação está representada no tronco, que se desdobra em muitos galhos formando uma copa maravilhosa. Porém, para que a maternidade seja fecunda, isto é, que produza bons frutos, ela deve haurir a força da raiz da filialidade, passar pela prova da autenticidade, da veracidade. Temos, assim, na imagem da árvore, as três características que perfazem o ser mais profundo da mulher: a filialidade, a maternidade e a veracidade ou visão intuitiva da verdade.

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